CRISTIANISMO X JUDAÍSMO

A verdade sobre Rav Kaduri ZTZ'L

O Maior Cabalista de nossa Época.
POR QUE CONVERSÃO PARA RETORNAR A FÉ JUDAICA?
É no Brasil que o termo B’nei anussim aparece pela primeira vez.
Na Península Ibérica, os judeus forçados à conversão ao catolicismo eram chamados de cristãos novos, anussim ou marranos (de uma forma pejorativa), que em espanhol significa porco. Citamos também o termo Cripto-judeu, que é a prática do judaísmo de forma secreta, sendo que publicamente professavam outra fé, exteriorizando o catolicismo.
Por uma questão de “sobrevivência”, notem que o termo está entre aspas. 
Negar o batismo forçado era chamado de “morte de Moisés” e muitos judeus optaram por morrer pelo Sagrado Nome de D'us, Al Kidush Hashem.

A REENCARNAÇÃO-TICUN

A DOUTRINA DA “GUILGUL NESHAMOT” (REENCARNAÇÃO DAS ALMAS)

É uma doutrina básica do judaísmo, embora este assunto possa não ser esclarecido em poucas linhas. Primeiro é preciso entender que existem duas Torot: Torá escrita e Torá oral. Maimônides no prefácio de sua obra Mishnê Torá escreve: "Todas as mitsvot (mandamentos) que foram dadas a Moshê (Moisés) no Monte Sinai lhe foram entregues juntamente com suas explicações, como consta na Torá: 'Eu dar-te-ei as Luchot (Tábuas), a Torá (Lei) e a mitsvá (mandamento)” - Shemot 24:12. Torá significa a Torá Escrita; mitsvá, sua explicação, chamada Torá Oral.

A Tradição Oral, a parte da Torá que vai de mão em mão com a Torá Escrita, fala claramente desse tópico e lança uma luz sobre aquelas passagens da Torá que aludem a estes conceitos. Precisamos entender que estas duas partes estão interligadas. Se houvesse apenas a Torá Escrita, não seria possível compreender a maior parte das mitsvot e outros conceitos fundamentais.

A Chassidut explica que a alma matriz é composta por várias partes. Cada vez que a alma passa por um "período de vida" num corpo, certas frações dela são aperfeiçoadas e elevadas. No momento da ressurreição dos mortos, cada corpo virá com a parte da alma que foi trabalhada durante a "estadia" nesse corpo.

Existem quatro tipos de reencarnações segundo o Arizal no Sha'ar Haguilgulim. Depois da morte a pessoa começa o pagamento dos seus pecados, ainda antes que ela entre no Guehinon.

Existem quatro tipos de "pagamentos", todos eles chamados reencarnações, a pessoa reencarnará em:


  1. Um ser inanimado (Mineral)
  2. Um vegetal
  3. Um ser vivo
  4. Um ser que fala (o Homem)



A maioria não consegue escapar da necessidade de reencarnar em uma dessas formas.
A maioria das pessoas consegue elevar pelo menos uma parte de sua alma ao longo de toda a sua vida. As demais partes que não foram elevadas reencarnam em ouros seres humanos.
A reencarnação de um corpo para outro corpo é uma tarefa longa e árdua de tikun pela qual a alma passa dezenas de vezes, ou até centenas de vezes até encontrar sua suprema perfeição e receber suas recompensas.
Como o Brasil é um lugar onde existe a maior concentração de B’nei Anussim no mundo segundo historiadores como Gilberto de Abreu Sodré Carvalho, Anita Waingort Novinsky e outros.
As chamadas “fagulhas” que não foram retificadas, precisam passar por um processo de Tikun e issurim e quem não conhece o conceito de reencarnação poderá surpreender-se com a existência de pessoas que aparentemente nunca fizeram nada errado e que, no entanto, não desfrutam de nenhuma tranqüilidade em suas vidas. Para enfatizar este conceito, nossos sábios transmitiram a noção de que o nascimento dos filhos, o tempo de vida e a fonte do sustento de alguém não dependem diretamente de seus esforços, mas serão pré estabelecidos segundo a função que terá de exercer durante a vida (Zohar Pinchas).
Para não criar um paralelismo com a doutrina espírita esses decretos podem ser alterados pelo cumprimento de mitsvot e Yom Kipur.
Esse conceito de “fagulhas” de alma que carregamos, explica o grande porque de inúmeras pessoas despertando para o judaísmo. Existem centenas de milhares de grupos de B’nei Anussim no Brasil, procurando a conversão ou mesmo expressando sua fé judaica através do fato do cumprimento das Leis de Noach (Ben Noach).
A importância para essa matéria é conscientizar nas pessoas que foram despertadas para a verdadeira fé judaica e estão no seu processo de tikun Espiritual a não voltar nunca por enganos ideológicos a fé cristã, o que segundo a Cabalá seria um retorno a Avodá Zará (idolatria) uma vez que a sua alma já despertou para quebrar essa kiplá (casca).
O messianismo tem sido muito presente na pseudo (indicar um teor falso cujo conteúdo não é real ou verdadeiro.) transição.
Cabe ressaltar como o próprio vídeo vinculado mostra que nunca haverá nenhuma identificação do messias romano (Jesus ou Yeshu) com o judaísmo.
O Zohar em Bereshit, folha 29a identifica o pior inimigo de Israel que é Amalec. (Edom = Roma = cristianismo)
A história de Isaque e Esaú é o retrato da perseguição milenar do cristianismo (na figura de Edom= Roma) com Iaacov (Que é Israel)
"Existe uma mistura do lado dos espíritos malignos, cuja alma é obrigada a fazer maldades e
perversidades no mundo. Existe uma mistura que vem de demônios (Shedim) e dos espíritos
noturnos, e tudo isso se mistura em Israel. Mas não há em tudo isso nada mais amaldiçoado do que Amalec, que é a serpente da maldade, outro deus... por meio dele, seria destruído o Templo".



COMO PODE ENTÃO EXISTIR TANTAS PESSOAS BOAS NO CRISTIANISMO?
Essa seria uma pergunta lógica e racional, pois o intento aqui não é de forma alguma ofender as pessoas que com inteireza de coração, estão em busca de uma verdade. Antes de fazer a Teshuvá passei pelo cristianismo e aprendi coisas boas como: ética, civilidade, respeito e etc. Porém o conceito de Avodá Zará é presente em qualquer seguimento que tenha inserido em seu contexto teológico qualquer proximidade ao nome de Jesus ou Yeshu.
Nunca tomem as palavras de qualquer pessoa sem antes estudar, examinar, buscar as fontes relativas às questões expostas.



JUDAÍSMO DEVE SER APRENDIDO COM OS JUDEUS.

O B’nei Anussim muito dificilmente terá como comprovar sua judaicidade através de sua Matrilinearidade através de testes de DNA.
Os resultados da maioria dos testes são de ascendência judaica, porém associados com outras etnias, pois fomos “assimilados” pela própria cultura ocidental, salvo poucas exceções que conseguiram preservar o judaísmo através da Matrilinearidade. Porém o retorno será minuciosamente investigado pela Rabanut o supremo órgão de governo religioso judaico no estado de Israel.
Portanto todo B’nei Anussim que deseja retornar a fé judaica, deve passar por um processo de conversão procurando uma Sinagoga ortodoxa, pois é a única forma de uma conversão válida para ser reconhecido como judeu e depois ter o status de cidadão israelense.


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