Desmascarando a história



Parte da biografia de Martinho Lutero e comentários de historiadores desmascarando a história que ficou ocultada do pai de todos os protestantes evangélicos, o maior anti-semita que se tem registrado, exagero? NÃO!! Hitler era seu seguidor, Martinho Lutero se expressou de forma prepotente ao comentar do jesus que ele acreditava e em relação a toda nação Judaica, este é aquele que tem o respeito dos evangélicos, o propulsor do maior genocídio (holocausto onde 6 milhões de Judeus morreram entre outros fatos) já registrado em toda história da humanidade. Pastores protestantes se concentram mais no que eles creem serem erros do catolicismo do que em fazerem um exame dos escritos de seus próprios fundadores.


Martim Lutero escreveu:
“Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte, de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: “Que fez, então, com ela?”, depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve de fornicar antes de morrer.”

- Eles (os Judeus) são cheios de fezes do diabo... Eles chafurdam como um porco... E a sinagoga é uma prostituta incorrigível... Devem ser considerados como sujeira... As sinagogas dos Judeus deveriam ser queimadas... Suas casas também deveriam ser demolidas, arrasadas e seus bens confiscados... Eles não devem ser tratados com nenhuma clemência ou bondade, não permitir nenhuma proteção legal... Seus livros de oração e Talmudes deveriam ser confiscados... Os Rabinos deveriam ser proibidos de ensinar, sob pena de morte... Os passaportes e privilégios de viagem deveriam ser absolutamente vetados aos judeus... Esses vermes venenosos devem ser dirigidos a trabalho forçado ou expulsos para sempre de nossa sociedade... Portanto, fora com eles...

- Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.

- Com essas palavras, e a atitude assustadora por trás delas, o alemão Lutero lançou os fundamentos do anti-semitismo do Terceiro Reich. Muitos de seus compatriotas puderam afirmar, séculos depois, que estavam seguindo a orientação de Lutero ao incendiarem sinagogas judaicas durante a Kristallnacht (Noite dos Cristais), episódio que se tornou o ponto de partida para acontecimentos muito piores (durante o tempo do nazismo).

- Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.

- A campanha de Lutero contra os judeus foi bem sucedida na Saxónia, Brandemburgo, e Silésia. Josel de Rosheim (1480-1554), que tentou ajudar os judeus na Saxónia, escreveu em seu livro de memórias a situação de intolerância foi causada por"(…) esse sacerdote cujo nome é Martinho Lutero - (…) seu corpo e alma vinculada até no inferno!! - que escreveu e publicou muitos livros heréticos no qual disse que quem ajudasse judeus seriam condenados à perdição. Josel teria pedido a cidade de Estrasburgo para proibir a venda das obras antijudaicas de Lutero; porém seu pedido foi-lhe negado quando um pastor luterano de Hochfelden argumentou em um sermão que os seus paroquianos deviam assassinar judeus. O anti-semitismo de Lutero persistiu após a sua morte, ao longo de todo o ano 1580, motins expulsaram judeus de vários estados luteranos alemães.

- A opinião predominante entre os historiadores é que a sua retórica antijudaica contribuiu significativamente para o desenvolvimento do anti-semitismo na Alemanha, e na década de 1930 e 1940 auxiliou na fundamentação do ideal do nazismo de ataques a judeus.

- O próprio Adolf Hitler em sua autobiografia Mein Kampf considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, o Grande, e Richard Wagner.

- Em 5 de outubro de 1933, o Pastor Wilhelm Rehm de Reutlingen declarou publicamente que "Hitler não teria sido possível, sem Martinho Lutero". Julius Streicher, o editor do jornal Nazista Der Stürmer, argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg "que nunca havia dito nada sobre os Judeus que Martinho Lutero não tivesse dito 400 anos antes".

- Em novembro de 1933, uma manifestação protestante que reuniu um recorde de 20.000 pessoas, aprovou três resoluções:

• Adolf Hitler é a conclusão da Reforma da igreja de cristo;
• Judeus Batizados devem ser retirados da Igreja;
• O Antigo Testamento deve ser excluído da Sagrada Escritura.

- Diversos historiadores (entre os quais se destacam William L. Shirer e Michael H. Hart ) sugerem que a influência de Lutero tenha auxiliado a aceitação do nazismo na Alemanha pelos protestantes no século XX. Shirer fez a seguinte observação em Ascensão e queda do Terceiro Reich:

- "É difícil compreender a conduta da maioria dos protestantes nos primeiros anos do nazismo, salvo se estivermos prevenidos de dois fatos: sua história e a influência de Martinho Lutero (para evitar qualquer confusão, devo explicar aqui que o autor é protestante). O grande fundador do protestantismo não foi só anti-semita apaixonado como feroz defensor da obediência absoluta à autoridade política. Desejava a Alemanha livre de Judeus (…) – conselho que foi literalmente seguido quatro séculos mais tarde por Hitler, Göring e Himmler.

- Portanto, talvez a arrogância e a cegueira que se verificam nos dias de hoje em relação ao plano e propósito final de D’US para com Seu povo, os Judeus, sejam piores que a cegueira e o anti-semitismo da maior parte dos membros da igreja no passado, inclusive de Lutero, pois, enquanto eles viveram no período da dispersão dos Judeus, nós vivemos no período da reunião de Israel.

- Do mesmo modo, alguns cristãos de hoje não hesitam em repetir, deliciados, todas as mentiras e invenções contra os israelenses que os muçulmanos e inimigos de Israel espalham em qualquer lugar do mundo, aceitando-as prontamente como fatos comprovados, e não como distorções maldosas do que realmente está ocorrendo. Um bom exemplo é o rebuliço gerado entre os cristãos em geral.

- Por sua vez, como lemos num artigo de Yossi Klein HaLevi publicado no Jerusalem Report, a Autoridade Palestina não tem pudores de dizer que, perante suas leis e costumes, o ato dum cristão levar um muçulmano ao jesus cristão é considerado crime. Isso foi evidenciado no caso de Muhammed Bak’r, um ex-muçulmano que, depois de aceitar o cristo, levou quatro outros muçulmanos a se converterem ao cristianismo e, por isso, foi preso e torturado pelas autoridades palestinas.

- Diante disso tudo, fica a pergunta: qual a razão dessa insistente atitude tendenciosa – até mesmo entre os cristãos contra o povo judeu em geral, e contra o povo de Israel em particular, enquanto os verdadeiros culpados pela situação do Oriente Médio geralmente ficam impunes? Será que o antigo antagonismo de Lutero e de outros patriarcas da igreja e teólogos está influenciando a teologia e as atitudes da igreja moderna em relação ao povo de Israel? É isso que demonstra a recente resolução tendenciosa do Sínodo Presbiteriano dos EUA contra Israel.

- Será que, se algum dia os muçulmanos tiverem a bomba atômica e se sentirem em condições de completar a solução final de Hitler, incorporando a nação independente de Israel a um Estado palestino muçulmano, eles poderão justificar suas ações usando como argumento as citações de muitos clérigos e críticos cristãos que ajudaram a criar o clima favorável à destruição de Israel com suas violentas e incessantes censuras e sua tendenciosidade?


Um comentário:

  1. impressionante revelação da verdadeira identidade daquele que se pensava ser um reformista, ou seja de alguém que supostamente "trouxe a verdade, rompendo com o catolicismo".

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