Zog marrano

Diz-me marrano meu irmão, onde pões a mesa para o Seder?

Em uma caverna escura e funda a minha páscoa irei fazer.

Diz-me Marrano, onde vais buscar os brancos matzoth?

Na caverna com a ajuda de D'us, a minha mulher lá os amassa.

Diz-me Marrano, como consegues encontrar uma Hagadá?

Na caverna entre as fendas há muito que escondi os livros lá.

Diz-me Marrano como te defenderás quando te ouvires cantar?

Se me vierem prender, com uma canção nos lábios irei morrer. 




No passado chamados de marranos hoje, com o peso do não conhecimento de nossas raízes somos chamados de goyim.
Em Devarim 28  a profecia cita a peregrinação dos Judeus desde a chegada a Sefarade (Espanha), até os dias de hoje no Brasil, como B’nei anussim: 
“E nem ainda entre estas nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; porquanto o Senhor ali te dará coração agitado, e desfalecimento de olhos, e desmaio da alma.” 
Constatamos uma referência ao Marranismo, conversão forçada imposta pela Inquisição, onde o judeu estaria sujeito à idolatria. "Vós servireis a deuses… madeira e pedra ali." (Devarim 28:36).
Será que devemos nos preocupar com a sincera (ou não) conversão ao catolicismo pelo antepassado do anú?
Só podem ser aceitos os que puderem demonstrar uma descendência matrilinear. Até que geração?
Os filhos dos anussim devem ser responsáveis pelas decisões de seus pais?

2 comentários:

  1. Estás escrito: O filho não morrerá pela pecado de seu pai.
    Shalom!!

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  2. Esqueci o endereço: menezes4066@gmail.com
    Shalom!!

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