É de suma importância pesquisar e divulgar a história dos B’nei Anussim através de filmes, documentários, assim como uma maior valorização por parte de historiadores, para que se possa juntar as peças dessa realidade que faz parte da formação do povo brasileiro e sua cultura, e que também dá sentido aos costumes e tradições judaicas que muitos praticam até hoje, mesmo não sabendo o porque.

Novo direito à nacionalidade portuguesa para brasileiros

Novo direito à nacionalidade portuguesa para brasileiros

Resumo: A nova lei portuguesa que altera a Lei da Nacionalidade portuguesa traz direito de nacionalidade portuguesa para brasileiros descendentes de judeus portugueses (sefarditas) que migraram para o Brasil em razão da inquisição portuguesa que ocorreu entre 23 de maio de 1536 a 31 de março 1821.
 Palavras-chave: Nacionalidade portuguesa. Direito Constitucional. Cidadania.

Sumário: Introdução
  1. Motivação e histórico a lei.
  2. Dos requisitos legais. 
  3. Conceito de Nacionalidade.
  4. Dos princípios ius soli e ius sanguinis.
  5. Da alteração da Lei da Nacionalidade portuguesa.
  6. Qualidade subjetiva para o direito. 
  7. Documentação necessária para instrução no processo. 
  8. Descendência no direito português

Aprovada nacionalidade portuguesa para judeus sefarditas


O Parlamento português aprovou hoje por unanimidade a nacionalidade portuguesa para os descendentes dos judeus sefarditas expulsos de Portugal a partir do século XV proposta em projectos do PS e CDS-PP. 

Os projectos do PS e CDS-PP, ambos aprovados por unanimidade, prevêem a atribuição da nacionalidade portuguesa por naturalização aos descendentes de judeus sefarditas portugueses que demonstrem “tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objectivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos, idioma familiar, descendência directa ou colateral”. 

A Espanha publica a primeira lista oficial de judeus Sefaradi



Lista de Sobrenomes Sefardita.


Sefardita Lista de Sobrenomes

Primeira lista oficial de famílias de judeus Ibéricos, publicada pelo governo espanhol.
Depois de 500 anos de não reconhecimento como judeus,  felizmente tudo está mudando para o povo sefardita.

Nomes que serão usados ​​para dar a cidadania a descendentes de sefarditas.
De acordo com as regras, as pessoas com esses sobrenomes, pertencem a comunidade judaica e existe uma  organização comunitária destinada ao reconhecimento para cidadania.

( publicado no diariojudio.com)

Creio que seja um reconhecimento do governo espanhol das barbáries causadas pela Inquisição,  porém conceder cidadania israelense e reconhece-los oficialmente como judeus, depende da halachá que está ligada a Eretz Israel. O estado de Israel tem estudado a questão dos b'nei anussim no Brasil e segundo o último congresso no Nordeste a resposta foi que para serem aceitos como judeus,  somente através de conversão e não de "retorno" (Isso os iguala a qualquer pessoa que desejar se converter). Portanto não houve progresso na negociação.
Quanto a conceder cidadania espanhola, seria como que "abrir as portas" para a América do Sul pela grande quantidade de b'nei anussim,  (principalmente o Brasil) e essa não é uma política para o momento financeiro da Espanha e não teria a aprovação da União Européia.
Baruch Hashem o reconhecimento é uma vitória, porém precisa de uma melhor explicação!
(Grifo meu -Ricardo Torres)




De acordo com o censo realizado pela Igreja Católica na Espanha, é uma lista com mais 5.000 sobrenomes (nomes de família) Israelitas definido pela Santo Ofício ( Tribunal / Tribunal / TIP) da Espanha.
A lista é o resultado do censo de Comunidades Israelitas da Espanha realizado pela Igreja Católica.
Os nomes são retirados de livros de listas de penitenciados pelo Santo Ofício da Inquisição, censo de Judiarias e outras fontes indicam claramente que a pessoa que transporta o sobrenome é judeu ou judeu - converso.

L = Lusaweb: http://www.lusaweb.com vem, Você pode procurar o seu nome sefardita português  e genealogias.

Parte do crédito sefardita vai para o Sr. Harry Stein: http://www.sephardim.com
 
O = Cópia do Mr. Jeff Malka : http://www.sephardicgen.com/names.htm

T = B. Continua Nahman: http://home.earthlink.net/ ~ bnahman / TOLEDOhtm.htm

I = Vem da Sinagoga Beth HaDerech (Toronto,Canadá): Documente http://bethaderech.com/sefardic-genealogy-genealogia/ publicado Ifmj.org http://www.ifmj.org/ página citada (International Federação dos judeus sefarditas e asquenazis (Federação Internacional de Judeus sefarditas e judeus Ashkenazi ) , essa lista não era exibida, (é possível que o site deve estar em construção ), por conseqüência, recoremos a um site relacionado com a mesma informação, como no caso da Comunidade Judaica Beth Haderech ,de Toronto, Canadá http://bethaderech.com/ 

A origem sefaradita da música flamenca


Lenda da música flamenca e um dos maiores guitarristas de todos os tempos, Paco é categórico nessa entrevista, realizada há alguns anos: “Eu pensava que o flamenco estivesse mais ligado aos árabes, mas estou seguro de que o flamenco que fazemos hoje está muito mais vinculado à música que se fazia nas sinagogas sefaraditas”.
Ele conta em vídeo (veja abaixo) que percebeu a grande influência que a música judaica teve no flamenco, após descobrir partituras sefaraditas em Toledo, cidade onde viveu.
Por muito tempo se acreditou também que a música flamenca tivesse origem cigana. Hoje, a maioria dos autores assegura que os ciganos não tinham tradição musical ao chegar à Espanha, mas aprenderam a tocar rapidamente e com muita habilidade.
O adjetivo “flamenco” teria sido criado pelos judeus espanhóis para denominar aquelas melodias, então religiosas, que seus correligionários que emigraram para a Holanda e Flandres (Flemish é o nome da região norte da Bélgica) podiam cantar no culto religioso, sem medo da Inquisição espanhola.

Os judeus sefaraditas haviam vivido na Espanha por pelo menos 1.500 anos, até sua expulsão em 1492.

Quais foram as diferenças entre as Inquisições?

A Inquisição moderna, diferentemente da medieval, contava com estruturas fixas e um corpo hierarquizado de agentes em atividades permanente. A de Castela e Leão, fundada por iniciativa da coroa, atuou na Espanha e em suas colônias da América Latina, nos países Baixos e em regiões da Península Itálica sob domínio da monarquia hispânica sem maiores problemas de adaptação. Só foi abolida em 1834.
A portuguesa, estabelecida em 1536, na sequência de difíceis negociações desencadeadas pelo rei D. João III, vigorou nos territórios de Portugal e de seu império pluri continental, desde Macau, no extremo oriente, até o Brasil. Foi extinta em 1821.

RIO DE JANEIRO UM PORTO SEGURO PARA OS MARRANOS









No século XVII, a capitania de Rio de Janeiro mostrava uma estrutura social e econômica sob o domínio marrano. O grosso da população livre era de origem israelita. Como narra SALVADOR (1976: 62 E 63) desde a conquista, vinha-se formando ali uma comunidade marrana. No início do período de 1560 a 1580, estabeleceram-se dez famílias troncos. Em seguida, até 1600, contavam-se 25. de 1601 a 1620, somam-se mais de 17 casais.

360 ​​anos dos Judeus Sefarditas na América.

Na data de 20 de Novembro de 2013, Judeus Sefarditas e a editora Sephardic Legacy Series foram homenageados no prédio do Senado Russell - Sala Caucus de Kennedy, um almoço exclusivo no Capitólio dos EUA, o Congresso celebrou os 360 ​​anos dos Judeus Sefarditas na América. 
O objetivo do evento foi para comemorar a chegada dos primeiros Judeus nos Estados Unidos da América, lembrar da vida e as contribuições de Emma Lazarus, que é bem conhecida por seu poema "The New Colossus" gravado em uma placa de bronze no pedestal da Estátua da Liberdade. Além disso, uma lista enorme com as autoridades do Congresso dos EUA dando homenagem à valiosa contribuição dos Judeus Sefarditas na América.

Judias europeias se prostituíram na América para fugir de perseguição

Judias europeias se prostituíram na América para fugir de perseguição, revela filme

Finalista em concurso de curtas, documentário aborda tema que ainda é tabu e mostra pesquisa de historiadores
Imagem do documentário Aquelas Mulheres, sobre a vinda de judias para se prostituírm na América


Veja também A Polaca, um vídeo postado por Myrtha Schalom




Ter origem judaica era sinônimo de culpa?


Os " BATIZADOS EM PÉ", ou cristãos novos, eram os judeus convertidos à força ao cristianismo, com base no decreto de D. Manuel I, de 1497. Eles vieram para o Brasil desde o início da colonização e se dedicaram a várias atividades, tanto rurais como urbanas. Foram pequenos agricultores, senhores de engenho, artesões, médicos, advogados, mercadores, donos de pequenas lojas, soldados e até padres. Exerceram cargos na burocracia colonial e estavam em todas as camadas da sociedade.
Sua integração, entretanto, nunca foi total, pois

O que a Inquisição veio fazer no Brasil?

Ronaldo Vainfas - Professor da Universidade Federal Fluminense e autor de Trópicos dos pecados (Nova Fronteira 20100 e organizador de Confissões da Bahia (Companhia das Letras 2005)



a Inquisição portuguesa só passou a frequentar o Brasil no final do século XVI. Entre os anos de 1540 e 1560, só houve dois casos: O de donatário de Porto Seguro, o blasfemo Pero do Campo Tourinho, e do Francês calvinista Jean de Bolés. O Primeiro foi enviado para Lisboa a ferros, e o segundo, preso pelo bispo da Bahia, que tinha jurisdição sobre heresias. Foram ocorrências isoladas e desvinculadas da preocupação maior do

Parashá ki tavô

A Parashá (porção da leitura da Torá) desta semana é chamada de “Ki Tavô – "Quando Tu Vieres”.

Na aplicação da revelação de Hashem veremos 5 situações:


1. A descida da Alma ao mundo físico.


2. A Elevação da Alma


3. Por que o bem e o mal existem?


4. Yeshua a porta para o Olam Rabá.


5. Quem não se instrui, não é digno de viver.

Devarim 26

Costumes de Cristãos novos nas tradições familiares brasileiras


Segue-se uma lista de aspectos culturais e perguntas que podem revelar a origem judaica de uma família. Dividida em tópicos: Família, Ritos Natalícios, Ritos Matrimoniais, Refeições, Objetos, Costumes e Ritos Fúnebres; a lista apresenta práticas possivelmente já esquecidas pelas tradições familiares no decorrer dos tempos. Compare tais práticas com as tradições de sua família, se possível com a ajuda de familiares mais antigos (pais, tios, avós, bisavós). Peço desculpas pela simplicidade devido ao desconhecimento do significado da maioria dos costumes, mas procurei ser o mais explanador possível.

Vestígios do Passado





O Livro das Confissões da Bahia e suas possibilidades de pesquisa: uma análise das narrativas dos cristãos-novos (1591-1592)

Os Oliveira e suas Origens Judaicas

Sobre a Família Oliveira e suas Origens Judaicas

 

Sim, a família Oliveira é de origem judaica. Abaixo transcrevo um texto que você pode encontrar aqui mesmo no grupo. Neste texto temos alguns detalhes sobre a origem desta família. 
1. A família Oliveira era classificada no estudo genealógico-judaico como de comprovada origem judaica. Antes da inquisição a família “de Oliveira” era conhecida na Espanha como “Benveniste”, que adquiriu durante o domínio muçulmano, mas antes dos islamitas conquistarem a península Ibérica ela era chamada de “ha-Levi” ou de “ha-Itshari”, por ter sido esse o nome do fundador da mesma. 
Os demais Benveniste que se estabeleceram em Portugal, com a introdução da Inquisição adotaram forma traduzida de seu sobrenome de família par disfarçar sua origem judaica, e esse nome traduzido significa “bem vindo” e se tornou o sobrenome de família “Benvindo”, que ao chegar ao Brasil colonial e ao se estabelecer no Nordeste, se tornou muito numerosa no interior de Pernambuco e Bahia.

Reconhecimento dos Anussim ("marranos") como judeus sefarditas

"Queremos o fim do preconceito contra os judeus sefaraditas que descendem de judeus forçados à conversão ao Catolicismo pela Inquisição. Os rabinos devem estudar mais referente às leis de Retorno dos anussim e reconhecer o fato de que aqueles que possuem chazaká (força de tradição) devem ser aceitos como judeus naturais sem a necessidade de conversão ao Judaísmo. Queremos que o Rabinato Chefe reconheça o direito de RETORNO dos anussim. Queremos que o Estado de Israel reconheça o direito de aliyah dos mesmos. Queremos a intervenção do Governo Brasileiro e da Confederação Israelita do Brasil para que isso aconteça."